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4 smartphones intermediários com algo mais

08/07/2012

Aparelhos como o Galaxy S III, Optimus 4X e HTC One X são os pesos-pesados da disputa entre aparelhos com Android. No entanto, a grande guerra pelo consumidor não é travada nos aparelhos topo de linha. Com preços fixados em 999 reais, os aparelhos intermediários são os verdadeiros responsáveis por deixar o consumidor perdido.

Como os preços não variam muito, cada fabricante aposta em características singulares para seus produtos. O INFOlab separou 4 smartphones intermediários que tem bastante a oferecer no aspecto geral, mas cada um traz uma característica própria que o difere totalmente dos demais.

De um lado, o Galaxy S II Lite aposta no máximo desempenho, com processador dual core de 1,2 GHz e bastante memória interna. O chinês Honor centra seus esforços nos 8 megapixels de sua câmera e em uma interface bem desenhada para o Android 4. A cartada do L7 é seu design elegante acompanhado de uma excelente tela IPS de 4,3 polegadas. Para fechar a disputa, o Galaxy Beam aposta em um recurso único: um pico projetor.



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Galaxy S II Lite

 

A tradição não costuma ser caridosa com os smartphones da faixa intermediária. Com recursos similares a seus irmãos topo de linha, mas com diferenças cruciais, esses aparelhos podem ser comparados ao vice-campeão. Como aquele atleta que liderou a prova em vários momentos, mas que não apresentou o fôlego necessário para cruzar a linha de chegada em primeiro, o Galaxy S II Lite chama atenção por executar tarefas com a mesma eficácia de seu antecessor topo de linha a um preço bem mais atraente.

Classificada como Lite, termo originário do inglês e empregado em alimentos e bebidas com redução de gordura e açúcar, essa versão do Galaxy S II é na verdade mais gorda e pesada em relação à original. O aparelho pesa 119 gramas, contra 116 gramas do anterior. Medindo 6,3 por 12,32 por 1,06 centímetros, o S II Lite tem um corpo mais compacto e ligeiramente mais espesso. No entanto, nenhuma dessas características pode ser apontada como uma falha. Construído totalmente em plástico, o smartphone é muito confortável de manusear. Seu corpo curvado mescla o estilo do Galaxy X com a simplicidade costumeira da Samsung. Há controles laterais para volume, um botão dedicado a ligar/desligar o aparelho, o tradicional botão “Home” e outros dois botões sensíveis ao toque (Menu e Voltar). Infelizmente não há um botão dedicado a controlar a câmera traseira de 5 megapixels, que conta com flash LED e gravação de vídeo em 720p.

 

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Honor

 

O primeiro grande smartphone da terra do dragão a chegar no Brasil é da Huawei. Com um nome forte “Honor”, honra em inglês, esse aparelho tem orgulho de ser um “made-in-China”. Equipado com o Android 2.3 (Gingerbread), mas com uma atualização já prometida para o Ice Cream Sandwich, o U8860 traz um processador Scorpion de 1,4 GHz, 512 MB de RAM e uma duração de bateria superior a de muitos concorrentes.

Apesar de um processador com um só núcleo seja pouco para um aparelho de 999 reais rodando Android, a Huawei promete que as adaptações do sistema o tornam muito mais rápido que o normal, fazendo com que o Scorpion seja mais que suficiente. De fato, a versão testada pelo INFOlab não apresentou nenhuma falha de desempenho, pelo contrário. A tela de 4 polegadas e resolução de 480 por 854 pixels responde aos toques com precisão. As cores não são tão vivas como em seu principal concorrente (pela faixa de preço), o Galaxy S II Lite, mas isso não chega a ser um grande problema.

 

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Optimus L7

 

Entre os campos ocupados pelos smartphones avançados e básicos, encontra-se uma área nebulosa povoada por aparelhos intermediários. O L7 da LG é um desses smartphones ambíguos. Como veremos a seguir, o hardware interno está longe de ser uma vantagem do L7. Por outro lado ele vai além do básico em vários pontos importantes, como a tela de boa qualidade e o sistema operacional atualizado (Android 4.0.3).

Na verdade, dizer que o silício do L7 não é uma vantagem é se valer de um eufemismo. O system-on-a-chip desse smartphone é um Snapdragon S1, mais especificamente o MSM7227A. Esse número de série indica a presença de um núcleo de processamento Cortex A5 rodando a 1 GHz e de um circuito de processamento gráfico Adreno 200, ambos componentes modestos para os padrões atuais.

A LG evidentemente desfavoreceu o system-on-a-chip para investir mais em outros aspectos do telefone. Isto não significa que o Android se sinta exageradamente constrangido nesse aparelho. O processador do L7 pode ser qualificado como um chip anêmico, mas ele é suficientemente competente para cumprir o que se espera de um smartphone. Ainda assim, persistem alguns atrasos ocasionais na interfaces, mesmo quando se tenta fazer algo tão simples quanto atender uma chamada. De fato, a CPU em si não fica muito atrás da concorrência de smartphones básicos e intermediários. O grande empecilho de desempenho está na GPU.

 

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O Galaxy Beam chega ao mercado brasileiro com uma missão bem definida: substituir um pico projetor e exibir apresentações de slides, fotos e até vídeos sem grandes problemas. O aparelho é o segundo da Samsung a trazer um projetor embutido. O primeiro deles, com um design nada funcional ou mesmo atraente, nunca foi lançado oficialmente no país. Por 999 reais*, além de gerar uma tela de até 42 polegadas com certo conforto, o Beam é também um bom smartphone intermediário.

Equipado com Android 2.3 (Gingerbread) e a tradicional interface TouchWiz, esse aparelho impressionou o INFOlab com uma duração de bateria de 15 horas e 21 minutos fazendo uma ligação, com Wi-Fi e Bluetooth ativados. Com reprodução de vídeo, a bateria do Beam resistiu por mais de três horas, um tempo mais que suficiente para fazer uma apresentação, ou mostrar todas as fotos de uma viagem.

Construído totalmente em plástico, o Beam possui uma carcaça em plástico, com detalhe laranja nas laterais. Por abrigar o projetor em sua face superior, o aparelho é um pouco mais espesso que os concorrentes. São 1,4 cm de espessura, 12,4 cm de altura e 6,4 cm de largura. Se comparado a outros projetores de 15 lumens, esse smartphone é de fato bastante compacto. As laterais abrigam entradas para os cartões SIM e microSD. Há também um botão dedicado para ligar/desligar o projetor e alavanca para controle de volume. A tampa traseira serve exclusivamente à troca de bateria. Essa é uma característica importante, já que um palestrante normalmente gosta de estar prevenido e com uma fonte extra de energia.


Fonte: Info.Abril

Fotos

Galaxy s II Lite

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